Na GNT, um programa promove a troca de profissões por um dia. Engenheiro vira garçon. Barbeiro serve lanches. Advogado vira cabelereiro. Nada original. Na segunda, um dos participentes, um Zé Ruela qualquer (digamos, vendedor de seguros), foi chamado para ser sommelier.
- Sommelier? Achava que isso era um país da África.
Passou bem longe, amigo. Bem longe.
O livro se chama "Proteção de bens: da teoria à prática" e transcreve uma palestra de dois conhecidos causídicos sobre off shores, planejamento patrimonial etc. Para quem não sabe, são meios de, dentre outras coisas, esconder bens de quem deve na praça ou de lavar dinheiro sujo. Em dado momento, um dos participantes se levanta e comenta, referindo-se à expansão ultramarina e aos descobrimentos:
Participante - Só para registrar, as viagens marítimas eram uma forma de sociedade em conta de participação, porque seus investidores estavam ocultos. As entradas e bandeiras também.
Palestrante - Quais viagens marítimas? Essas do Almyr Klink?
Participante - Não, aquelas, primeiras.
Palestrante - As primeiras, lá. Muito bem lembrado.
(Sic, sic, sic). Fora a perspicácia histórica, Almyr (Sater) Klink é impagável.
O palestrante continuou:
- Olhem, que coisa maravilhosa: talvez o Brasil tenha sido descoberto através de um negócio constituído sob a forma de sociedade em conta de participação. Ninguém está afirmando isso. Mas há 500 anos sabe-se lá o que foi feito.
Que coisa bonita de se dizer, doutor. O Brasil foi descoberto por uma off shore com sócios ocultos? Isso explica tudo...
A ciência erra? Sim, claro. E são os erros da ciência que contam a história da sua evolução. A religião nunca evolui exatamente porque se diz infalível.
Todos têm uma opinião sobre o caso. Eu tenho quatro. Se eu fosse o pai da Liana, mandava matar o Champinha. Se eu fosse o advogado do Champinha, faria de tudo para pôr ele na rua. Se eu fosse Ministro da Justiça, reduzia a maioridade para 16 e metia o Champinha na cadeia. Dane-se a irretroatividade. Agora, se eu fosse o Champinha, esfaquearia meu colega de cela e sapatearia sobre o sangue empoçado, girando em círculos e cantando 'Just you, just me, let´s find a cozy spot, where no one can see'.
Cada um, cada um. Tudo é uma questão de ponto de vista.
Não há nada mais destrutivo do que um idiota bem intencionado. Se o cara é racional, você o persuade. Se é um canalha, você suborna. Já o idiota bem intencionado está disposto a levar sua imbecilidade às últimas conseqüências, com a certeza de que está lutando por uma causa justa.
Na vida, não há nada pior do que a boa intenção.
Acabo de voltar do almoço. Patriótico, pedi um contra-filé com arroz, feijão e farofa. Veio a comida. Embaixo do bife, uma folha de alface, provavelmente desempenhando algum papel estético na composição do prato.
Não sei que beleza pode haver em uma folha de alface amassada e desmilinguida, prensada sob o filé. Mas o fato é que, guiados por alguma ordem oculta, todas as padarias e restaurantes populares da cidade seguem esse mesmo padrão. Para tirar a folha debaixo do bife, perco sempre uns 5 minutos e, ocasionalmente, uma gravata, com os respingos indesejáveis.
Se eu fosse Presidente da República, baixaria uma medida provisória proibindo o uso decorativo de folhas de alface. Sob pena de prisão. Também puniria severamente os garçons que, ao servirem nossa coca-com-gelo-e-limão de cada dia, colocassem a rodela de limão por cima das pedras de gelo. O gelo flutua e suspende o limão, que, ao invés de mergulhar na coca, fica esfregando no nosso nariz. Esse seria crime hediondo.
Sugestão para um um novo Título da Parte Especial do Código Penal Brasileiro. Como exemplo, cito alguns crimes.
Usar folhas de alface com função decorativa.
Pena - detenção de dois a onze meses e multa.
Manter estabelecimento que serve refeições na forma de rodízio.
Pena - reclusão de três a sete anos.
Parágrafo único. Se a refeição for pizza, aumento da pena de um terço a dois terços.
Servir a salada e o prato principal juntos.
Pena - reclusão de um a dois anos.
Pedir carne vermelha bem passada.
Pena - detenção de um a dois anos e multa.
Servir pão-de-queijo como couvert, entrada ou qualquer outra modalidade de antepasto.
Pena - reclusão de dois a três anos.
Parágrafo único. Se o pão de queijo estiver frio, aumento da pena de um sexto a um terço.
Não são gastronômicos. Mas não é uma boa idéia?
Oferecer serviço de guarda de automóveis estacionados em vias públicas.
Pena - reclusão de um a três anos.
Parágrafo único. Usando jalequinho fosforescente, aumento da pena de um terço a dois terços.
Usar guarda-chuva que não é preto.
Pena - reclusão de cinco meses a um ano.
E tenho dito.
Será em Veneza, no Cipriani. Quem conseguir chegar lá na hora marcada ganha direito a um Bellini.
Não acredito em reencarnação de almas. Mas se isso existe, esta é com certeza a minha primeira visita neste plano baixo: até agora, não faço a menor idéia do que está acontecendo.
Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo se encontra parado neste andar.
Para quem não sabe, é um ritual pagão paulistano. Toda vez que o elevador chega, abro a porta, constato com meus olhinhos que o elevador (vulgo 'o mesmo') está ontologicamente ali, no meu andar, e entro.
Fora a piada, o aviso chama atenção pelo péssimo português e pelo absurdo lógico. Como eu poderia entrar no elevador se ele não estivesse parado no meu andar? Não seria mais simples dizer apenas 'Cuidado com o fosso'?
Sugestão para cartaz a ser fixado em todas as seções eleitorais:
Antes de votar em um vereador, verifique se o mesmo não passa de um retardado mental.
Em qualquer lugar do mundo, até no Iraque, imagino, sinal amarelo significa 'cuidado, o semáforo vai fechar; diminua a velocidade'. No Brasil todo mundo lê 'corra o máximo que puder antes que fique vermelho'.
Como diria Afonso Celso Pastore, neste país a gravidade puxa para cima.
Não é por mal. Mas não consigo conter as risadinhas toda vez que vejo um motoboy estatelado na 23 de maio.
Entrevista no GNT Fashion. Renato Menescal (irmão do Roberto), arquiteto, apresentando uma linda piscina natural, construída sobre uma encosta de pedras em cima do mar, de sua autoria.
- Imagino que a inauguração desta piscina tenha sido um evento e tanto.
- (Renato, em carioquês) A inauguração não. Mas logo após a abertura, durante os anos setenta, todas as grandes mulheres do Rio frequentavam este lugar.
- E hoje?
- Hoje, infelizmente, a maioria delas ainda continua por aqui.
É... A velhice é uma merda.
E apareceu para mim, ontem, na forma de um pecorino com trufas. Divino.
Fui apresentado a um rapaz que se vangloriava de mexer ventiladores com o poder da mente. Telecinética. Com um certo desdém, ar blazê, ele confessava o seu dom, fingindo relutância em tocar no assunto. Mexer ventiladores e entortar colheres, algo tão trivial como ir à padaria ou alugar um DVD. Como sou curioso e incrédulo, pedi que demonstrasse. Funcionando, venderia tudo o que tinha (não era - é - muito), compraria um sarong, um par de chinelas e dedicaria minha vida a seguir seus ensinamentos.
Minha aposta foi repreendida com desprezo. Estava tratando com mesquinez fenômenos sublimes. Como quem discute por centavos o preço de caviar Beluga ou champanhe Cristal. Insisti (além de curioso e incrédulo sou chato). Claro que não houve demonstração. Claro que o ventilador não girou. Claro que o Sr. Blazê não se deu nem ao trabalho de mover sua bunda do sofá, com o poder da mente. A desculpa? Com muita gente olhando, as forças cósmicas não permitem o fenômeno.
O Sr. Blazê me lembrou de um filme absurdo, que vi nos cabos há tempos. Era sobre um grupo de super-heróis desacreditados, que tentam salvar uma cidade de um horrível bandido etc., etc.. Um dos heróis, um pretinho engraçado, se apresentava como homem invisível. Homem invisível pretinho? Isso mesmo. Homen invisível pretinho. O problema é que ele só conseguia ficar invisível quando não tinha ninguém olhando.
Essa mistura entre o que é real (ventilador) e o que é fábula (poder da mente) é a definição mesma de ignorância. Lembro de mais uma piada, dessa vez dos Simpsons. Homer explica a Lisa porque não ter medo de fantasmas: "Essas coisas, filha, como duendes, fadas, leprechaus e esquimós, não existem."
Ave Simpson.
Bandeira de Mello, Fábio Konder Comparato e Goffredo Telles Júnior pedem o impeachment do Min. Nelson Jobim, que confessou ter metido de última hora um artigo na Constituição Federal.
Mais essa agora.
Quando ouvi a história me espantei. Não com o Jobim, que fez o que qualquer pessoa sensata faria. Me espantei com o caos que deve ter sido aquela constituinte. Imaginem o grau de desordem. Nossos representantes se esqueceram o pequeno detalhe da tripartição dos poderes, ao mesmo tempo em que entravam em miudezas tributárias, questiúnculas, direitículos (leia-se facilitações, benefícios, prerrogativas, favorecimentos...). Uma vergonha.
A partir de hoje, vou chamá-la de Carta Magda. Em homenagem ao 'Sai de baixo' e ao QI dos seus autores intelectuais. Bruzundanga agradece a colaboração de todos.
Antes que me esqueça. Celso Antônio é o homem das opiniões erradas. Nunca vi nada igual. Tudo, mas tudo o que ele fala é rigorosamente bobagem. Se o leitor estiver em dúvida sobre algo, vá atrás da opinião do Porf. Bandeira de Mello. O certo será o contrário do que ele disser.
Goethe, ou Rousseau, ou Bandeira (o Manuel, não o Celso Antônio, por favor), não me lembro mais, disse: enquanto na cozinha se falava de pessoas, na sala discutiam-se idéias. É meio preconceituoso, mas muitas vezes quem quer dizer algo de importante, sem ter que se explicar demais ao ponto das pessoas perderem o interesse, deve cometer uns excessos. Nada mais desinteressante do que falar de pessoas, da vida alheia.
Disse isso por que mesmo? Ah, sim, lembrei meu ponto. O Direito é coisa de madames fofoqueiras metidas a intelectuais. Vejam os livros, as teses jurídicas. Ninguém discute fatos, ninguém estuda a porca realidade. O que faz o jurista? Lê outros juristas. Os juristas são os únicos estudiosos que têm por objeto de estudo a si mesmos. Discutem uns aos outros, citam-se, comparam-se, concordam, divergem, competem. Enquanto isso, do lado de fora, olhando através da janela, uma rota realidade espera por um pouco de atenção, uma esmolinha, um cuidado, até um aceno. Dentro, os causídicos enfastiam-se em um banquete de citações empoeiradas e palavras gastas. Há juristas que dão as costas para a realidade. Outros dão tchauzinho, como quem dissesse 'espera um pouco que eu já vou'. E a realidade fica lá, coitada, salivando, aguardando um naco de atenção...
Estou exagerando? Não, não estou. Vejam as teses, as infindáveis dissertações e os chatíssimos tratados. Uma coleção de citações de outros juristas que concordam com o autor. Shopenhauer escreveu 'Como vencer um debate sem ter razão', prefaciado pelo Olavo de Carvalho, que, digam o que disserem, entende algo de retórica. Lá estão as técnicas para se trapacear em uma discussão. Quase caí para trás quando percebi que a maioria é praxe na academia jurídica.
O Direito (e aqui vai mais uma frase de efeito) é uma ciência de falácias! O que é o argumento ad hominem ou o ad verecundiam senão uma fofoca barata, um fuxico de donas de casa. 'Não é pra falar nada, mas vocês já viram o que o Pontes de Miranda disse sobre tal coisa? Nem te conto...". "Ah, sim, sim. Mas o Prof. Junqueira não concorda com isso não."
O Direito é uma ciência de fuxicos.
E o castigo veio e se chama Economia. Enquanto os juristas se empoleiram nas prateleiras das livrarias, esses seres pragmáticos tomaram o poder e hoje comandam o mundo. É divertido ver como os causídicos foram jogados para escanteio, de beca, chapeuzinho e canudo na mão. Mal saímos da faculdade e já levamos um pé na bunda. Sabemos o nome dos últimos três ministros da economia. O atual da Justiça, só sabe quem é do ramo. E olhe lá. E pergunte a um advogado quem antecedeu o Dr. Bastos.
Processualistas. Discutem reforma do judiciário, com citações em latim, enquanto processos vazam pelas frestas do Tribunal, de tão abarrotado. E nem mesmo temos um anuário decente, com dados estatísticos sobre a Justiça, números de processos, de julgamentos, médias por vara, por procedimento, resultados, provimentos. Um diagnóstico mínimo, que nos mostre mesmo que grosseiramente onde a coisa, por assim dizer, está pegando. Não termos um anuário do Poder Judicário decente é o maior sinal de atraso, seguido de perto pelo despreparo dos estudantes em lidar com dados estatísticos.
Para não ser injusto, sei de uma pessoa que está preocupado em levantar esses dados. Chama-se Armando Castelar. E é economista.
Achar um dissertação de processo civil que analise dados (números) dos tribunais.
Responder quem é o Ministro da Justiça dos EUA. Por sinal, os EUA têm algo como um Ministro da Justiça?
Quem já ouviu algum dia um teólogo introduzir seu credo, ou um político concluir seu discurso, com uma afirmação sobre possíveis erros em suas opiniões? É uma fato peculiar que a certeza subjetiva seja inversamente proporcional à certeza objetiva. Quanto menos razão tem um homem para se acreditar certo, com mais veemência ele assegura não haver nenhuma dúvida de que está rigorosamente certo. Os teólogos costumam rir da ciência porque ela muda. "Olhe para nós", eles dizem. "Aquilo que dissemos no Concilio de Nicéia nós ainda dizemos; ao passo que o que os cientistas afirmaram há dois ou três anos já foi esquecido, virou relíquia." Homens que falam desse modo não captaram a grande idéia das aproximações sucessivas. (Russell)
Eu convivo bem com religiosos. Mas às vezes perco a paciência, principalmente quando o barulho do culto me acorda domingo às nove da manhã. O fato deles gritarem daquele jeito entrega a sua insegurança. Os cientistas do MIT não precisam se reunir aos domingos para entoar cânticos em louvor à teoria da relatividade ou ao Big Bang, nem bater palmas, nem pintar quadros ou construir catedrais. Eles simplesmente discutem as teses. Se estiverem certos, ótimo, se estiverem errados, partem pra outra. Essa fuzarca dos carolas é uma forma de auto-motivação, pra que todos realmente se convençam de sua fé. Auto-motivação como aquela dos jogadores de futebol, reunidos em círculo minutos antes de entrar em campo: "Vamos lá, gente! Cabeça pra cima! Deus existe, hein! O paraíso tá lá e nós vamos sair bem dessa! Vamos sim!! Deus existe!!!".
Se eles tivessem certeza de verdade, não gritariam tanto.
Mas eles fingem que têm certeza. E reprimem a dúvida com os subterfúgios mais rampeiros. São Tomé foi repreendido por ter a reação que qualquer um teria, caso ouvisse que um amigo falecido levantou do túmulo e foi tomar uma cerveja. A simples dúvida (que é a semente do pensamento científico) é espezinhada e tratada a tapas. Para amedrontar-nos, terríveis cenários, com labaredas abissais e sofrimentos atrozes, são criados. Quem pergunta demais vai de primeira classe. Antes, a coisa funcionava, imagino porque as pessoas eram mais infantis. Hoje, depois do escândalo do heliocentrismo e da farsa do gênesis, nêgo dá risada. Parte do sucesso dos evangélicos vem daí, dos incentivos. A Igreja promete o paraíso e intimida com o inferno. Os evangélicos oferecem sucesso ou fracasso (financeiro, amoroso) já, nesta terra esquecida, o que é bem mais palpável.
O desastre do séc. XX foi o cientificismo. Comunista e nazista. Já o XXI está com ares de que será uma tragédia religiosa. Radicais se pegam no oriente médio. Disputam solo sagrado. No ocidente, gente bem formada, de nível, defende a Idade Média como época idílica, vêem sentido na astrologia, negam a teoria evolucionária, acreditam no inferno, na danação eterna de infiéis, no exorcismo. O cenário é péssimo. Homens razoáveis são cada vez mais raros de se ver e os idiotas começam a trombetear. As superstições levantam-se de seus túmulos históricos e começam a perambular pelas ruas, em busca de carne humana, como zumbis.
Pobre da nossa geração. Ouvimos as histórias dos sobreviventes dos genocídios do séc. XX, e viveremos para presenciar a fúria irracional das guerras religiosas.
O que o séc.XX revelou foi a existência de uma nova figura, um ser bifronte com ilimitada capacidade de destruição. O cientista sacerdotal. Junta os meios da física com a fúria da metafísica. Marx era positivista, mas falava como um líder religioso. Jamais cogitou estar errado. Dividia o mundo entre pecadores-burgueses e proletariado-abençoado e apenas aguardava a chegada do dia do juízo final, em que todos os maus seriam tragados pelas entranhas da revolução. Marx teve uma visão na biblioteca do British Museum. Viu que todas as almas, absolutamente todas as almas (menos a dele, é claro), estavam perdidas no umbral da dialética materialista. E viu também o seu caminho da salvação, que, como sempre, se mostrou um inferno à parte.
O cinema tem uma vocação para a idiotice. Diálogos são para o teatro, coitado, com seus parcos recursos cenográficos. O cinema é escandaloso, feito para os efeitos especiais. Explosões, furacões, maremotos, guerras interestelares, viagens no tempo. Tudo tão chato quanto infantil. A computação gráfica enterrou a esperança de quem via no cinema a sétima arte, que é na verdade a culinária. O futuro é da Disney, meus caros. Woody Allen é uma espécie de crocodilo, um ancestral de dinossauro que ainda anda por aí.
Não que não haja bons filmes (sim, sim; é um comentário óbvio, mas fica aqui registrado para os excessivamente literais ou sérios demais). Mas todos os bons filmes são peças de teatro disfarçadas, exibidas simultaneamente em 10 salas e sem a possibilidade de, após o último ato, irmos até o camarim cumprimentar os atores e o autor.
O bom cinema é o teatro democrático.
Pior do que não ser correspondido, é ter sido amado e desperdiçar a chance de encontrar na vida alguma felicidade. As duas doem um bocado. Mas na primeira, temos como botar a culpa nos outros, nas circunstâncias, no mundo. Na segunda, resta só você, acompanhado de uma profunda sensação de estupidez.